O medo da perda

Scheila Zang Para aquelas pessoas que vivem com medo da perda, elas sempre estarão vivendo com o mínimo, se contentando com o pouco, com o básico, na mesmice, sem arriscar e sem viver na plenitude. Reprimindo desejos e vontades, se escondendo do mundo. Perdendo desafios e oportunidades só porque tem medo de perder. Para aquelesContinuar lendo “O medo da perda”

Liberdade

Scheila Zang Liberdade. Sempre achei que era uma palavra bonita. Robusta. Cheia de significado. Uma palavra que expressava uma vastidão de sentimentos, de espaço e de grandiosidade. Uma palavra tão longe da minha realidade. Quando me perguntavam o que eu queria, a palavra liberdade ressoava em minha mente, gritando dentro da minha cabeça, sufocando aContinuar lendo “Liberdade”

Quando fiz 28

Scheila Zang Na numerologia da vida, o 28 possui um significado forte e expressivo. Para uns a porta de entrada no retorno de saturno, para outros, momento de decisão, de questionar e possuir certezas. Mas afinal, o que de fato importa? Poder ver o que lhe trouxe até aqui? Poder ver além das cicatrizes? PoderContinuar lendo “Quando fiz 28”

Para o menino dos olhos travessos

Scheila Zang Nas profundezas das estradas de terra, no paraíso onde habitam os vagalumes, o coaxar dos sapos ecoam na lagoa. O pôr do sol vívido e brilhante reflete no teu olhar de menino, brincalhão e incerto. Profundo e duvidoso, sem saber se nascerá no dia seguinte radiante e esplêndido ou se derramará lágrimas pesadasContinuar lendo “Para o menino dos olhos travessos”

Tempestade

Scheila Zang Diante de paredes cor de gelo, no sofá bordô, observo pela janela o horizonte ao longe, tomado de nuvens e relâmpagos em fúria. Penso nos dias calmos e serenos, espero pacientemente a tempestade se aproximar. No jardim, as conversas se tornam cada vez mais altas e convidativas, mas não consigo me mexer naquelaContinuar lendo “Tempestade”

Hoje eu chorei vendo o mar

Scheila Zang Fecho os olhos e mergulho nas lembranças daquele dia de sol entre nuvens, areia branca e mar azul. O barulho das ondas quebrando na beira mar inundam meus ouvidos e me enchem de paz. A brisa refrescante acaricia o meu rosto e arranca um sorriso breve. Quando abro os olhos, as paredes amarelasContinuar lendo “Hoje eu chorei vendo o mar”

O som do silêncio

Scheila Zang Dias chuvosos tendem a serem melancólicos. Tempo nublado é sinônimo de tristeza. Será porque o cinza do céu traz lembranças que deveriam ficar escondidas? Ou porque o azul traz a impressão de colorir? O contraste das cores alegra, traz energia e nos faz sorrir, já o branco acinzentado nos torna carrancudos e pessimistas.Continuar lendo “O som do silêncio”

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