Emerson Heitor Carniel A saudade arranha o coração como garras de animais selvagens que deixam marcas permanentes e incuráveis. Eu sinto sua falta. Por mais que os dias avancem, eu recuo. Me vejo tentando sair da areia movediça, de um local que não me pertence mais, porém minhas forças se esvaem. Não consegui evoluir paraContinuar lendo “Saudade insensível”